DAE diz que água de Americana não está contaminada
Autarquia afirma que estudo é falso e jamais detectou Rádio-228 na água das torneiras
Compartilhe nas redes sociais

O DAE (Departamento de Água e Esgoto) de Americana afirmou que é falsa a informação de que a água que sai das torneiras está contamina[1]da com Rádio-228, como divulgado em relatório pela ONG Repórter Brasil, com base em pesquisa realizada pelo SISAGUA (Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano).


Segundo a autarquia, o estudo indica substâncias que não foram identificadas em nenhuma análise, “sendo falsa a divulgação feita sobre isso”. Em nota, o DAE afirma que segue todos os parâmetros do Ministério da Saúde.


“O DAE esclarece que o referido relatório indica substâncias que não foram identificadas em nenhuma análise, sendo falsa a divulgação feita sobre isso. Sendo uma informação falsa, não existem ações a serem realizadas. O DAE reforça que a qualidade da água de Americana atende todos os parâmetros do Ministério da Saúde e demais órgãos fiscalizadores e que os testes periódicos são devidamente publicados no site oficial da autarquia”, traz a nota.


O relatório aponta que o consumo diário de água contaminada pelo elemento químico pode acarretar, além de câncer, mutações genéticas, problemas hormonais, nos rins, fígado e também no sistema nervoso. O estudo, afirma a ONG, vai ao encontro do que é preconizado por importantes órgãos de saúde como a OMS (Organização Mundial de Saúde) e por agências regulatórias da União Europeia, Estados Unidos, Canadá e Austrália.


METODOLOGIA A ONG

Repórter Brasil explica que os dados que compõem o mapa são resultados de testes feitos pelas empresas e instituições responsáveis pelo abastecimento. Eles integram a base de controle do Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano, o Sisagua, do Ministério da Saúde. Os dados foram interpretados de acordo com os parâmetros do Ministério da Saúde.


O mapa divide as substâncias em dois grupos de periculosidade. Essa divisão foi feita pela Repórter Brasil com base nas classificações dadas a cada substância pelos órgãos reguladores mais reconhecidos do mundo, como a OMS.

Powered by Froala Editor